As mulheres sapiens sabem: a macaxeira é coisa nossa!

by Humberto de Almeida | 02/08/2017 16:50

Começo avisando: não tenho plantação de macaxeira. Nunca tive. Até confesso, mesmo não sendo réu, que sempre fui mais inhame. Sem sacanagem. Se pudesse carregá-la-ia (epa!) para onde fosse. A minha? Tudo bem. Sempre carrego comigo. Mas falo dessa comprada aqui por R$ 1,50 ou R$ 2,0 o quilo. Isso! Além de ser um barato comer macaxeira, paga-se muito pouco por ela!

Em tempos outros, esses distantes, sempre “botava cara feia” quando dona Chiquinha, a minha doce mãe, dizia “hoje o café – nada de jantar – vai ser macaxeira”!  Era somente avisar para este menino mais Jaguaribe do que nunca responder “Vou ficar com fome essa noite!”. Confesso que avia realmente uma “certa despeita”, como assim ela falava, a minha mãe, entre mim e ela (gostei!). Ela quem? Ora pois! A macaxeira!

Lembro-me ainda que nesses tempos um Macaxeira, esse um corredor, e se digo “um corredor” deixo nas entrelinhas ou fora delas tratar-se de um” macaxeira macho”, cheio de alegria e maluquice, doce e saudosa maluquice, vivia costurando as ruas do Ponto de Cem, a nossa “Boca do Mundo”, com o seus pés descalços de agulhas afiadas. A macaxeira, porém, essa a que me refiro, feminina, é aquela mesma que tive um dia o prazer de “arrancar” do roçado de um sítio lá no interior, belo e muito longe do meu Jaguaribe, e dando sequência a esse prazer leva-la ao fogo, dentro de uma panela de barro! Que beleza! Que gostosura!

Agora, anos depois, ainda com aquela imagem de um grande tubérculo cheio de pernas, parecendo um polvo vivo pingando ainda de água do mar da minha Tambaú, Isso mesmo! Nesse momento, chuva lá fora que só Deus sabe, como dona Chiquinha, essa sempre presente em minha vida, também diria, volto a falar e mostrar a importância da macaxeira em nossa saúde, ressaltando a sua importância, assim um dia somente emoção poetizou a ex-presidente Dilma, como uma “das maiores conquistas do Brasil, zil, zil, zil!”. Zil!  Mas, no caso, nesse momento amanhecendo em mim e pensando mais que nunca na saúde do meu filho Erlandsson, melhor diria, estou aqui mostrando a sua – da macaxeira – importância na minha, na dos amigos e especialmente na saúde dele. Isto é, na saúde do meu querido filho.

Por aqui, meus dois leitores, a macaxeira será sempre macaxeira. Nada de nomes estrambóticos e mais feios ainda.  Agora, por ai, esse aí significando “alhures”, uma cidade muito longe daqui, como assim costumo escrever, a minha macaxeira (sem sacanagem) também é conhecida por outros nomes como mandioca, aipi, aipim, castelinha, uaipi, maniva, maniveira e pão-de-pobre e outros. Tudo bacana! Feio mesmo é o nome da espécie: manihot suculenta, da família das (mais feio ainda) Euphorbiaceae!

 

Delicie-se com os benefícios dela.
Aumento da função imune
Proteção contra doenças cardíacas
Retardar o envelhecimento
Reparo do DNA e Proteção
Alívio da Doença Cardiovascular
Alívio da Hipertensão (Alta Pressão Sanguínea)
Proteção de Alzheimer
Proteção Osteoporose
Redução do Risco de Diabetes Tipo II
Redução da frequência de enxaqueca
Alívio da Síndrome Pré-Menstrual (TPM)
Proteção antioxidante
Prevenção de crises de epilepsia
Prevenção de Alopecia (Ponto calvície)

 

Em tempo: os meus dois leitores, assim como o bom Editor deste espaço nosso, lendo estas mal-traçadas entenderão o motivo da minha ausência: o Filho é de maior importância para o equilíbrio deste Pai. E nem falei no Espírito Santo.

Rosebud para todos!

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