Poesias

Amor infinito

Roberto Ferrari
Escrito por Roberto Ferrari

Como posso amar-te tanto?

Pergunto-me e só escuto meu coração clamar por ti
Nosso amor é profundo, enraizado na alma
Amar e desejar,
Amar e odiar,
sentimentos fortes que dominam meu ser,
sempre amar-te, até ficar hipnotizado pela paixão.

 

Teus olhos são as janelas da tua alma,

Linda, esplendorosa, apaixonada.

Amar o que o mar traz à praia,

Amar você por inteiro,

Amar o pratear da Lua,
A brisa marinha quente e úmida como nossos beijos
Tudo é belo, como teus cabelos a me envolverem,

Será verdade?

Amar profundamente as estrelas na noite azulada,
Amor incondicional ou simplesmente paixão?
Amar você, um sonho realizado,
Uma flor que renasce, um chão de pétalas,
E um coração que bate com força,

Um sonho, e uma ave de paz.

Este é o nosso destino: amor sem fim,
distribuído pela nossa vida,
doação incondicional a uma grande paixão,
e na cama repleta do teu amor,

Procuramos-nos com as mãos tremulas de emoção,
Em busca de  mais e mais amor.

Amar com intensidade, e no beijo calado, e na sede infinita, todo nosso amor à flor da pele.

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Sobre o Autor

Roberto Ferrari

Roberto Ferrari

Roberto Ferrari nasceu em São Paulo no ano de 1957, e se formou engenheiro e fez duas pós-graduações. Aos 54 anos de idade resolveu seguir sua real vocação: Escrever. Roberto iniciou sua carreira literária em 2011 e já publicou os livros: Sublime Amor, Ventos da Paixão, Identidade Assassina, Fundamental como o Amor, Refúgio da Alma, Negócios de Sangue, Intenso como a Vida, Mansão Molnár, Juras Apaixonadas, O Ceifador de Almas e Suplício de Amor.
Roberto Pertence a varias Academias de Letras e é Presidente da ACLASP- Academia de Ciências, Letras e Artes de São Paulo.
Roberto já recebeu diversas homenagens e entre elas pode-se destacar a feita pela ABRASCI que o elegeu para ocupar a cadeira de nro 39, cujo patrono é Vinicius de Moraes. No transcorrer de sua curta carreira, Roberto já participou de mais de 100 Antologias Poéticas. Como ele mesmo diz o trabalho em prol da cultura, é árduo, porém dignificante.