Poesias

Guerra de Sangue

Então, poema de Francci Lunguinho

Eu salvaria sua vida
se a mim ela valesse
um punhado de dor.

Eu regaria uma flor
solta no meu jardim
se daninha fosse a flor.

Eu tentaria acordar cedo
se o trabalho fosse digno
e um amor tivesse tido

Não sou Deus nessa terra
de desprezo e mutilados.
Sou apenas um humano
alma e peito dilacerados.

Não há chance nessa guerra
de sangue dos condenados.
Rogaremos que nos tire, Deus
doutros sonhos conturbados.

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Poesias Francci Lunguinho

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