Prosa Poética
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Uma penaRubra, rubor – ruído ruivoFeito item desejadoJaz – ainda que repleta de vidaNo papelão bonito de onde veio NuncaSequerDaliSaiu Enquanto observa o líquido – mesma corrubra, rubor – ruído ruivoDançar serelepe em cristal humanoApai
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Uma História de Pai, Filho, Avô
Para Matheus, meu filho.Para Francisco, seu avô. Matheus fez trinta, a vida falou sem gritar,o corpo avisa, a alma aprende a escutar.A dor não pede licença: entra e ensina,quem ama, simplifica, ampara e ilumina. O tempo é lavrador: ara a gente por dentro.Quem
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Ilusões
Surgem como uma pulsada, naquela subida de sangue que invade o cérebro, insufla as veias, tonteia, bambeia as pernas. Se fazem presentes no sonho desperto, no pensamento à toa, na dispersão do foco. Se estabelecem, prosperam. Na quentura do coração, fermentam.
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