Contos
07.11.2026
O Jardim das Borboletas
TV Cruzeiro, 17 de janeiro de 2023, jornal local: A partir de hoje, o número 169 da Rua Cosme Velho vai ficar mais colorido. Será inaugurado no local o Museu de História Natural Helena Rossi, que vai funcionar na casa onde a artista plástica Helena Rossi morou
Contos
06.11.2026
Os Doentes Imaginários
Só sentimos o nosso corpo quando dói. É a única vantagem da doença, fazer despertar em nós a iluminação de que estamos vivos. É onde o hipocondríaco tem razão: é melhor estar doente, nem que seja de uma doença imaginária, do que estar morto. O Dr. Ivan Peixoto
Contos
06.11.2026
Paulo, o jardineiro
Paulo é aquela pessoa que aparece na nossa vida e sabe fazer tudo. Eletricista, encanador, pintor, jardineiro e, quem sabe, até cantor lírico. Tirando a última opção, ele já fez de tudo aqui em casa. Tudo caminhava tranquilo até acontecer a explosão dos preços
Falou e Disse
06.11.2026
Augusto dos Anjos, clássico da língua
No próximo dia 12 de novembro, comemorou-se o centésimo décimo segundo aniversário da morte de Augusto dos Anjos. O poeta morreu em 1914, aos 30 anos, e sua obra é cada vez mais discutida e estudada. Augusto tem sido objeto de ensaios, artigos, dissertações e
Crônicas
05.11.2026
Olhar do outro
Há quem acredite que pensar é um exercício solitário. Uma pessoa, uma cadeira, um silêncio e algumas ideias. Parece simples. Mas, com o tempo, descobrimos que grande parte do que chamamos de pensamento nasce justamente quando encontramos o olhar do outro. O ou
Contos
05.11.2026
Trending Topic
Quando nasci ninguém prestou muita atenção em mim. Ao sentir as dores, minha mãe não achou necessário avisar a parteira nem incomodar meu pai, que dormia e roncava de boca aberta, largado no sofá da sala, o copo vazio de cerveja na mão. Fui o sexto filho, e pa
Crônicas
04.11.2026
Sócio-paradoxo
Hoje em dia, parece que as pessoas se tornaram apáticas, frias e calculistas. Para elas, pouco importa se estamos bem ou mal, felizes ou tristes; limitam-se ao próprio mundo, à rotina e ao trabalho diário. Por vezes, estamos destruídos por dentro, disfarçando
Contos
04.11.2026
Abriguei-me na loucura, porque a normalidade em excesso sufoca
Creio que escrevo porque ainda não encontrei outra maneira de lidar comigo. Talvez exista em mim a necessidade de transformar sentimentos em palavras, ou apenas o desejo de saber se alguém, do outro lado, reconhece alguma coisa de si no que escrevo. Nem sempre


























































