Poema: #11: REMANSO

  • Poema: #11: REMANSO

    Sem querer descanso
    Um espanto
    Voluptuosa corrente
    Sente que é noite
    Dentro da gente.

    Sem querer remanso
    Manso
    Mato verde molhado
    Sente que é sereno
    Enluarado.

    Sem qualquer pranto
    Pronto:
    Torre de vento e estrela
    Sabe que é madrugada
    Nada.

    Vem molhada de canto
    Quer tanto
    Boca de lua jogada
    Sol quente na estrada

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