Jovens Escritores

  • Dissertação: Adotar ou Comprar Animais?

    Coautora: Letícia Hyppólito*

    Nos tempos atuais, há discussões sobre adotar ou comprar animais, como no filme “Beethoven” em que há um cachorro que nunca era adotado por ter muito medo de humanos.

    Portanto, é necessário incentivar a adoção de cachorros, gatos e outros animais como os porquinhos-da-índia.

    É importante escolher adotar um companheiro, pois dá chances aos cães S.R.D (Sem raça definida) que estão há muito tempo no abrigo ou ONG (Organização Não Governamental) esperando um lar. Também devemos pensar em adotar os cães idosos porque eles precisam de muitos cuidados e geralmente os filhotes são adotados primeiro.

    Não devemos optar pela compra de animais porque incentiva a reprodução forçada em criadouros e a criação de novas raças de cachorros com modificações genéticas que causam doenças, por exemplo, a raça Pug que sofreu modificações em laboratório no focinho que se tornou achatado e isso causa diversos problemas respiratórios.

    Por isso, comprar animais é inadequado porque gera sofrimento aos cachorros de raça e a adoção é o meio mais benéfico para ter um animal de estimação.

    Colaborou com este texto: Letícia Hyppólito, professora de Literatura

    Colaborou com este texto:
    Letícia Hyppólito, professora de Literatura*.


    NOTA DO EDITOR: Há um forte apelo à adoção de animais em vez da compra, e essa é uma iniciativa importante. No entanto, é essencial reconhecer também o papel dos criadores responsáveis na preservação da saúde, do temperamento e das características funcionais das raças caninas. A adoção deve ser incentivada, mas a compra responsável não deve ser demonizada. Quando realizada junto a criadores éticos, comprometidos com o bem-estar animal e com critérios sérios de seleção, ela contribui para a continuidade de raças que desempenham funções relevantes no trabalho, na assistência e na convivência com as pessoas. O verdadeiro problema não está em adotar ou comprar, mas em fazê-lo sem responsabilidade.

  • A Revelação dos Porquinhos da Índia

    Coautora: Letícia Hyppólito*

    Na casa da minha professora particular há dois porquinhos da índia. Eu não costumo ter muito contato com eles, eu apenas os via no Pet Shop. Os porquinhos da índia são pequenos roedores, mas são majestosos porque são fofos e lindinhos (e também são descolados: fazem de 10 a 12 sons diferentes!). Porém, o que descobri sobre eles vai te surpreender…

    Em uma conversa com a minha professora, dona dos porquinhos, ela me fez uma revelação chocante: os porquinhos da índia não são porcos e não são originários da Índia! Eu fiquei extremamente chocado e desacreditado. Como isso é possível? Como alguém pode chamar “porco” e não ser porco e chamar “da índia” sendo que não vem do país indiano?

    Fui pesquisar mais sobre o assunto. Descobri que “da índia” vem por causa da confusão dos portugueses que ao chegarem no Brasil acharam que estavam “na Índia”. Já o motivo de se chamarem “porquinhos” é por causa do som que eles fazem que parecem guinchos de porcos. Na verdade, os porquinhos da índia são originários da América do Sul, nos países Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e também são encontrados na bacia do Rio Amazonas, no Brasil. Inclusive, em certas regiões da América do Sul, há pessoas que comem a carne deles (que desnecessário!). Outra coisa que pesquisei é que o nome científico deles é Cavia Porcellus e seus ancestrais eram maiores que um furão.

    Pesquisei, por fim, como se chamam em outros idiomas e descobri que em inglês se fala “Guinea Pig”, em francês “Cochon D’Inde” e em espanhol “Cobaya ou Cuy” – o “Cuy” vem do barulho que eles produzem, mas na minha opinião devia ser “Guí” porque é muito mais parecido com o som!

    Com todas essas minhas pesquisas, refleti que não deveríamos chamar mais de “Porquinhos da índia”, mas sim “Porquinhos da América do Sul”, para ninguém nunca mais se confundir!

    Colaborou com este texto: Letícia Hyppólito, professora de Literatura

    Colaborou com este texto:
    Letícia Hyppólito, professora de Literatura*.

Botão Voltar ao topo

Adblock detectado

Desative para continuar